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A mídia impressa é uma opção que fere os princípios ambientais?

A mídia impressa é uma opção que fere os princípios ambientais?

Você acredita que todo o conteúdo impresso está ferindo a sustentabilidade? Acha que a mídia impressa age contra os princípios ambientais? Confira mais sobre o assunto abaixo.

Depende do ponto de vista

Em primeiro lugar, a resposta para a pergunta do título é: depende do ponto de vista. Afirmamos isso porque o papel utilizado para impressão da mídia impressa é um recurso tanto renovável quanto biodegradável.

Quando é comparada com material enviado de forma eletrônica, a mídia impressa leva vantagem, já que o lixo eletrônico é algo complicado.

E mais: muitas empresas de mídia impressa, como gráficas e indústrias de celulose, possuem selos de qualidade. Esses prêmios às vezes não são obtidos por outras mídias. Então, nem sempre a mídia impressa age contra os princípios ambientais, isso depende de quem as faz.

Por exemplo: se você presenciar entregas de panfletos em semáforos, pode ver desperdício de material. Os entregadores distribuem mais de um panfleto por veículo ou jogam a impressão fora, para terminar o serviço mais rapidamente.

A resposta não é óbvia

Algumas pessoas, quando perguntadas sobre o assunto, podem achar que a resposta é óbvia e que sim, as empresas de mídia impressa sempre agem contra os princípios ambientais, mas, como você pôde perceber, não há obviedade alguma. É algo que depende de quem pratica a distribuição dos materiais.

Não é possível afirmar que a comunicação digital é mais ecologicamente correta do que a impressa, pois ambas possuem impactos ambientais. É preciso atentar-se para uma questão:

A infraestrutura para dar suporte à informação utiliza muita energia, então há impactos significativos em custos e mudanças no clima. Portanto, também é preciso tomar medidas de sustentabilidade quanto à mídia digital, como se faz com a impressa. Esse movimento é chamado de TI Verde.

O problema do lixo eletrônico

Acima nós afirmamos que a mídia impressa leva vantagem com relação ao computador, pois o lixo eletrônico é algo complicado. Agora nós explicaremos melhor o assunto, já que citamos que a rede consome muita energia.

A mídia eletrônica fere os princípios ambientais quando as empresas enviam muito lixo eletrônico, também conhecido como spam. Cada mensagem que cai nessa categoria gera 0,3 gramas de dióxido de carbono.

Parece pouco, mas, em 2008, há oito anos, foram enviadas 62 trilhões de mensagens spam. A quantidade de dióxido de carbono gerada daria para dirigir um carro ao redor da Terra 1,6 milhão de vezes.

Somente para filtrar lixo eletrônico, os usuários consomem 80% de energia e a filtragem automática pelo servidor de e-mail responde por 16%. Além disso, os computadores atuais possuem grande toxicidade, tanto para sua produção quanto no fim de sua vida útil.

Eles possuem substâncias químicas e metais pesados em sua constituição, gerando riscos de contaminação nos aterros sanitários e na reciclagem dos equipamentos.

É tudo uma questão de como a mídia impressa é utilizada

Nem sempre a mídia impressa fere os princípios ambientais. Para responder ao título, é preciso levar em conta as escolhas energéticas das gráficas e das empresas de tecnologia de informação. É necessário que as empresas façam suas escolhas baseadas em sustentabilidade, independente da forma de divulgação.


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